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Passagem do Mano Brow causa comoção no Barra/Ondina


Foto Reprodução

O trio Afropunk se aproximava do Morro do Cristo quando ele subiu para fazer sua estréia no Carnaval de Salvador. Maior nome do rap nacional, Mano Brown tomou o microfone das mãos do vocalista da banda baiana Afrocidade, que comandava o trio, e causou comoção entre os fãs no Circuito Barra / Ondina na noite de sábado (22), que teve também a participação de integrantes do BaianaSystem. 
Empolgada com a presença da lenda viva paulista em pleno Carnaval de Salvador, a multidão cantou junto com ele letras inteiras de clássicos dos Racionais MCs. Houve até quem chorasse. Muito à vontade, Brown soltou sua voz cheia de potência, que parecia feita para cantar na invenção de Dodô e Osmar.
"É muita emoção, mano! Ver o cara assim de perto cantando no nosso Carnaval é uma benção", disse o representante comercial Fábio Castro, 35 anos. "O rap é tudo e o Carnaval aceita tudo. Precisamos de mais rap no Carnaval", pediu o estudante Rodrigo Oliveira, 25 anos.
De cara, Brown largou logo Diário de Um Detento, uma das mais celebradas faixas do disco Sobrevivendo no Inferno. O rapper paulista não fez discursos, mas soltou pequenas ideias sobre o que achava de Salvador. "Onde o Brasil é mais Brasil! Salvador, Bahia! É uma honra estar aqui!", disse o tempo todo, uma delas quando homenageava o baiano Carlos Marighella com a música Mil Faces de um Homem Leal.  "Da Bahia de São Salvador Brasil, Capoeira mata um mata mil (...) A postos para o seu general. A postos para um homem leal".




Fonte: Correio

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